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Fidelidade Não se Compra! Se Conquista com Amor. Parte 4

No nosso último artigo, exploramos como a integração da análise de dados, modelagem estatística e da escuta ativa nos permite desvendar a complexa dualidade que impulsiona a decisão de compra: a avaliação consciente do valor e a ressonância afetiva. Ambas são essenciais para cultivar uma fidelidade genuína.

Este artigo é o quarto e último de uma série que detalha como nós ajudamos nossos clientes a construir a lealdade de seus consumidores passo a passo, reforçando comportamentos desejados e criando associações emocionais positivas com a marca. Essa construção é apoiada por teorias que transformam a fidelização, unindo a entrega de valor com a conquista do “amor” do cliente.

B.F. Skinner revolucionou a psicologia com o estudo do condicionamento operante, demonstrando como o comportamento é moldado por suas consequências. Através de experimentos, ele identificou os princípios do reforço (positivo e negativo) e da punição, mostrando como eles influenciam a frequência de comportamentos.

No marketing e nas vendas, os princípios de Skinner são aplicados para influenciar o comportamento do consumidor. Recompensas, como as usadas em processos de vendas e em programas de fidelidade são técnicas que visam reforçar a lealdade à marca e incentivar a repetição de compras. Por exemplo, um cliente que realiza uma compra recebe pontos, o que aumenta a probabilidade dele comprar novamente. Além disso, recompensas aleatórias como conceder o dobro de pontos, mantém o comportamento de compra de forma mais persistente, pois o cliente nunca sabe quando será recompensado.

Ivan Pavlov, um fisiologista russo, é famoso por seus estudos sobre o condicionamento clássico. Ele demonstrou como um estímulo neutro (o som de um sino) pode se associar a um estímulo incondicionado (comida) e, com o tempo, provocar uma resposta condicionada (salivação) semelhante à resposta natural.

No marketing, o condicionamento clássico é usado para criar associações positivas à marca, um exemplo do condicionamento de Pavlov pode ser observado em uma cafeteria que, ao servir um café, sempre oferece um pequeno chocolate de alta qualidade.  Após várias visitas, o cliente associa o prazer do chocolate com a marca da cafeteria. Eventualmente, o cliente passa a sentir uma sensação de prazer e bem-estar apenas ao ver o logo da cafeteria ou pensar nela, mesmo sem comer o chocolate. A marca (antes um estímulo neutro) se transforma em um Estímulo Condicionado que provoca uma Resposta Condicionada (RC) de afeto e preferência, influenciando sua decisão de compra.

Buscamos o embasamento em princípios da psicologia comportamental como as teorias de Skinner e Pavlov para compreendermos as motivações e os gatilhos que influenciam as decisões e a lealdade dos clientes.

Além dessa base teórica, nosso trabalho de análise comportamental é moldado por mais de 30 anos de experiência prática em gestão, consultoria de canais de vendas, ativação, fidelização e retenção de clientes.

Em um mundo transformado pela inteligência artificial, nossa reflexão final é que a busca pela fidelização e inovação jamais deve ofuscar a centelha da conexão humana. É ela que transcende qualquer métrica e tecnologia, acendendo a chama do “amor” do cliente.

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Jorge possui 30 anos de experiência em vendas e marketing, impulsionando o crescimento de empresas em diversos setores. Sua consultoria, Neogrowth, já gerou resultados significativos em empresas como Smiles e Livelo, com aumento de base de clientes e faturamento superior a 20%.

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